Não usaria a expressão amor e ódio pois acho muito pesada. Òdio não tenho nem mesmo pelos políticos corruptos que mantém esse país na pobreza, deles eu tenho um sentimento de que o poder e o dinheiro corrompem (quase) qualquer pessoa. Não usaria minhas próprias mãos mas condenaria todos ao apedrejamento público facilmente. Já o amor, ah o amor!!! Conheço o amor paterno que transcende qualquer plano físico e quantitativo e é simplesmente a coisa mais fantástica do mundo e também não poderia usar o termo nesse contexto. Mas retomando ao ponto principal do post não usaria essa expressão para falar do Orkut e não seria justo de cuspir no prato que comi. No Orkut bisbilhotamos a vida das pessoas, os recados, as fotos, e isso em um país que cultua o Big Brother faz sucesso. Eu criei até uma comunidade com o título “Não me julgue pelas minhas comunidades” pois aquilo ali não passa de uma brincadeira. “Reporteres” já estavam usando esse recurso para traçar perfis de pessoas envolvidas em alguma matéria com repercussão na midia. Ora ora, que preguiça meus amigos, ficou mais fácil entrar no perfil da pessoa ver algumas comunidades e falar besteiras a respeito dela.
O Facebook é diferente, nele mostramos nossas idéias, pensamentos, paixões(amorosas ou não). Postamos reportagens, trocamos idéias e nos mobilizamos por causas. Os recursos são infinitos e acredito que ainda estamos no início do caminho. Acredito ser uma troca, abrimos um pouco da nossa intimidade para nossos amigos e recebemos em troca um curtir, uma mensagem carinhosa ou um simples comentário. Isso inova a relação humana, cria um novo canal de comunicação da era da internet. Esse é o sucesso do Facebook. Eu vejo um horizonte muito mais amplo do que Fazendas, Máfias e outras besteiras pela frente mas como meu amigo Fred diz: sou um otimista por natureza.

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