terça-feira, junho 22, 2010

Conseguir mérito por algum feito as vezes não é tão fácil.  Sendo assim algumas pessoas procuram um atalho tentando desmerecer os outros usando mentiras e manipulações.   Acredito que pela insegurança e necessidade de atenção,  pessoas de todas as classes e tipos acabam por cometer esse deslize moral.  Essa insegurança se dá pela procura nos outros de algo que não se consegue por conta própria como a auto valorização e amor próprio, desencadeando uma louca procura pela aprovação e aceitação incondicional das pessoas próximas. O que leva a esse comportamento?  O que  poderíamos fazer para diminuir esses sentimentos nocivos em nossos filhos? 
Como uma frase que li outro dia,  todos sempre preocupados em deixar um mundo melhor para os nossos filhos mas quem se preocupa em deixar filhos melhores para o nosso mundo?   A formação de um indivíduo é algo extremamente complexo e constituído por inúmeros fatores tais como os genéticos, biológicos, psicológicos e ambientais.  Mas tanto o pai quanto a mãe são protagonistas nesse processo de criação da personalidade, caráter e moral dos filhos e no entanto quantos realmente estão preocupados com isso?    

terça-feira, junho 08, 2010

Quem nunca cometeu um pecado que atire a primeira pedra.  Meu telhado é de vidro e nunca será quebrado pois o pecado original é transmitido a todos os homens.  E se isso já não bastasse,  pela  natureza humana já somos inclinados ao pecado.  Quem diz isso é somente a maior empresa do mundo,  a Igreja Católica SA.   Pois no Código Canônico tudo é pecado, menos a pedofilia dos padres  ocultada pelos cardeais sob a benção do Papa.
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domingo, junho 06, 2010


Desejamos sempre aquilo que somos carentes.  E se somos carentes de amor como queremos amar?  


Essa busca por algo tão indefinido, o chamado amor eterno (sendo que nada no universo é eterno),  pode desestruturar e até sucumbir alguns à loucura.  O amor não mata, mas enlouquece.   Não sabemos amar a alma mas somente o corpo.   Não queremos reconhecer nossos próprios defeitos, então como ser capaz de viver a dois se não sabemos nos aceitar.  


Ninguém muda sua essência pois por princípio, essência é a parte imutável do ser.  Mas também não queremos mudar nem o que poderia ser mudado e fugimos da autocrítica  atribuindo ao outro nossos erros.   O espelho incomoda muito.   E para complicar mais ainda as expectativas sempre irão superar a realidade.   Os sonhos são sempre mais prazerosos e assim serão os amores platônicos. 




PS- amor platônico no post refere ao amor imaginário e não realizado.  Nas primeiras interpretações de amor platônico dizia-se:"significar um amor centrado na beleza do caráter e na inteligência de uma pessoa, em vez de em seus atributos físicos"   o que nos dias atuais pode-se considerar uma utopia.

sábado, junho 05, 2010

Descobri que, assim como Vinicius, também sou movido a paixões.  Mas nem quero saber se isso é bom ou não, como se a vida fosse essa dicotomia eterna,  bom e mau,  certo e errado,  preto e branco.  Pois eu gosto do azul, do verde, do amarelo, do vermelho. Não gosto de sempre ter que quantificar a paixão, o amor, ou até mesmo diferenciar um do outro.  Quem sabe dos meus sentimentos sou eu, ou melhor  quem não sabe deles sou eu também.  Não acho tão necessário assim entender, qualificar, rotular e mensurar sentimentos, afinal não é o Plunct Plact, Zuum  e eles (os sentimentos) também tem que partir sem problema algum.